Conheça o novo conceito criado pelo Gartner que promete apresentar de forma visual, rápida e fácil, o valor gerado para o negócio

Recentemente, o Gartner, líder global no fornecimento de pesquisas e análises na área de tecnologia, publicou um relatório sobre ferramentas que se voltam a quantificar a contribuição das áreas de TI e I&O (Infraestrutura e Operações) para o desempenho do negócio e, nele, trouxe um novo termo: o IOBVD (Infrastructure and Operations Business Value Dashboards).

Lacuna entre o operacional e o estratégico

Um dos grandes desafios, em especial dos líderes de I&O (infraestrutura e operações) e TI, é demonstrar o valor que estas áreas geram para o negócio. Historicamente, essa é uma dificuldade para tais líderes que, em geral, reportam-se para executivos da área financeira, especialmente CFOs (Chief Financial Officers) ou outros executivos de negócios, todos habituados a lidar com números e dados financeiros. Baseado nos BVDs (Business Value Dashboards), um conceito que também é relativamente novo, os IOBVDs são painéis de controle focados em demonstrar como os recursos de TI, em conjunto com Infraestrutura e Operações, acabam impactando o resultado financeiro das companhias.

Demonstrar impactos de negócio é uma das métricas mais desejadas e perseguidas pela maior parte - senão todos – os gestores, executivos e C-Levels do século 21, que tradicionalmente, possuem ferramentas à disposição mais focadas em métricas operacionais (como disponibilidade da rede e tempo médio de resposta a uma falha) do que em métricas financeiras, e acabam não tendo tal visibilidade.

Mais suporte aos gestores de TI e I&O

Essa dificuldade de fornecimento de dados mais estratégicos faz com que, em muitos casos, a alta gestão enxergue as áreas de TI e operações como centros de custos apenas. Esta é uma percepção equivocada que os IOBVDs se propõem a endereçar.

A grande diferença entre os IOBVDs e os sistemas tradicionais de suporte aos profissionais de TI e I&O, é que, enquanto as ferramentas tradicionais disponibilizam aos gestores gráficos com o tempo de disponibilidade de um sistema, por exemplo, um IOBVD é capaz de cruzar esta informação com os números de vendas e apresentar KPIs que digam respeito ao impacto da indisponibilidade de sistemas no faturamento da empresa.

Sendo assim, ao incorporar indicadores das áreas de TI, Infraestrutura e Operações, com métricas financeiras, os IOBVDs permitem que os gestores tenham uma ampla e exata visão da contribuição dessas áreas para o negócio. Desta forma, líderes de TI e operações podem participar das decisões de investimentos nas mais variadas frentes, que vão desde pessoas até processos e tecnologias, assumindo um novo papel nas decisões táticas e estratégicas da companhia.

A Icaro Tech e os IOBVDs

Pesquisas apontam que, até 2020, 50% das empresas que têm seus negócios baseados em infraestruturas irão adotar Business Value Dashboards. Atualmente, menos de 10% contam com este tipo de solução.

A Icaro Tech foi listada como fornecedor representativo no Market Guide for I&O Business Value Dashboards*, produzido pelo Gartner. É a única empresa brasileira a constar neste relatório e sua ferramenta uma das poucas no mundo que compreende as características essenciais que definem um IOBVD.

Para se adequar ao rígido padrão definido pelo Gartner, a Icaro Tech disponibiliza uma solução de IOBVD que consiste na integração de dois dos seus produtos: o Advanced Dashboards – um BVD focado na gestão de operações, e o Dash Analytics, ferramenta voltada ao processamento e análise de Big Data.

Tais soluções foram desenvolvidas sob o conceito de Operações Inteligentes, que visa eficiência operacional e excelência dos serviços prestados, tendo como base seis pilares: gestão, controle, automação, visibilidade, otimização e analytics.

Advanced Dashboards e o Dash Analytics
* Market Guide for I&O Business Value Dashboards, Gary Spivak e Robert Naegle.
Gartner não endossa nenhum fornecedor, produto ou serviço representado em suas publicações de pesquisa, e não aconselha usuários de tecnologia a selecionar somente esses fornecedores com as classificações mais altas. As publicações de pesquisa da Gartner consistem nas opiniões da organização de pesquisa da Gartner e não devem ser consideradas verdades incontestáveis. A Gartner isenta-se de todas as garantias, expressas ou implícitas, com relação a essa pesquisa, incluindo as garantias de comerciabilidade ou adequação para um propósito específico.

CIO

Segundo um reconhecido instituto de pesquisa na área tecnológica, uma das próximas ondas de benefícios de Analytics virá da sua aplicação na melhoria operacional das empresas.

A primeira pergunta que nos vem à mente é: quais problemas operacionais se é possível endereçar com Analytics? Posso mesmo aplicá-la na melhoria operacional de qualquer negócio?

Pouca gente sabe, mas existe uma técnica de Analytics que, de forma bem discreta, já vem sendo adotada pelas empresas e fazem parte do dia-a-dia de muitos de nós: a mineração (ou aprendizado) de regras de associação.

Simplificadamente, seu objetivo é identificar automaticamente itens que “ocorrem juntos”, em grandes bancos de dados, e retornar um conjunto de regras descrevendo essas associações.

Por exemplo, imagine que um supermercado guarda todo o histórico de transações de compra realizadas por seus clientes. O algoritmo de mineração de regras de associação pode identificar, nessa enorme massa de dados, uma regra do tipo: “clientes que compram carvão, na mesma compra também levam picanha e cerveja”.

Para os gestores do supermercado pode ser útil conhecer esse tipo de regra. Por exemplo seria possível posicionar em gôndolas próximas os produtos que aparecem mais fortemente associados, potencializando a venda de todos os produtos envolvidos.

O exemplo acima diz respeito ao uso tradicional do algoritmo (tanto que um de seus apelidos é “análise de carrinho de supermercado”), em que transações de compra são utilizadas para delimitar conjuntos de itens que ocorrem juntos.

Porém, com um pouco de criatividade e entendimento do comportamento dos dados, é possível transpor o mesmo princípio para outras situações.

Por exemplo, em operações de telecomunicações, falhas críticas em torres de transmissão de telefonia móvel afetam o serviço prestado a centenas de clientes. A pergunta é: quais eventos geralmente estão associados a esse tipo de falha?

Se definirmos uma transação como sendo o conjunto de todos os eventos que ocorreram na torre de celular e nas proximidades, em um período de tempo específico anterior à falha, é possível identificar alarmes, incidentes, manutenções de rede, novas instalações ou outros eventos com grande probabilidade de estar associados a uma falha crítica.

Isso permite que, uma vez identificada a associação, daquele momento em diante a operadora atue no problema antes que ele se manifeste para o cliente final, melhorando a qualidade de serviço percebida.

Essa técnica, que leva em conta o tempo além dos itens na transação, também é conhecida como mineração de sequências.

E na sua empresa, que tipo de associação pode fazer a diferença?

Talvez identificar desvios em indicadores de desempenho que ocorrem próximos no tempo e que podem ter algum tipo de relação? Talvez sugerir que o cliente compre um produto, com base no histórico de compras anteriores dele e de todos os outros clientes?

Pense em algum tipo de associação de eventos na sua empresa – há boas chances do algoritmo de mineração de regras de associação poder ser aplicado, seja no formato original dos dados ou após pequenas transformações.

Computerworld

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