Técnicas de mineração de regras de associação e seus impactos nos negócios

Técnicas de mineração de regras de associação e seus impactos nos negócios

Segundo um reconhecido instituto de pesquisa na área tecnológica, uma das próximas ondas de benefícios de Analytics virá da sua aplicação na melhoria operacional das empresas.

A primeira pergunta que nos vem à mente é: quais problemas operacionais se é possível endereçar com Analytics? Posso mesmo aplicá-la na melhoria operacional de qualquer negócio?

Pouca gente sabe, mas existe uma técnica de Analytics que, de forma bem discreta, já vem sendo adotada pelas empresas e fazem parte do dia-a-dia de muitos de nós: a mineração (ou aprendizado) de regras de associação.

Simplificadamente, seu objetivo é identificar automaticamente itens que “ocorrem juntos”, em grandes bancos de dados, e retornar um conjunto de regras descrevendo essas associações.

Por exemplo, imagine que um supermercado guarda todo o histórico de transações de compra realizadas por seus clientes. O algoritmo de mineração de regras de associação pode identificar, nessa enorme massa de dados, uma regra do tipo: “clientes que compram carvão, na mesma compra também levam picanha e cerveja”.

Para os gestores do supermercado pode ser útil conhecer esse tipo de regra. Por exemplo seria possível posicionar em gôndolas próximas os produtos que aparecem mais fortemente associados, potencializando a venda de todos os produtos envolvidos.

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O exemplo acima diz respeito ao uso tradicional do algoritmo (tanto que um de seus apelidos é “análise de carrinho de supermercado”), em que transações de compra são utilizadas para delimitar conjuntos de itens que ocorrem juntos.

Porém, com um pouco de criatividade e entendimento do comportamento dos dados, é possível transpor o mesmo princípio para outras situações.

Por exemplo, em operações de telecomunicações, falhas críticas em torres de transmissão de telefonia móvel afetam o serviço prestado a centenas de clientes. A pergunta é: quais eventos geralmente estão associados a esse tipo de falha?

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Assessment para Transformação Digital 

Se definirmos uma transação como sendo o conjunto de todos os eventos que ocorreram na torre de celular e nas proximidades, em um período de tempo específico anterior à falha, é possível identificar alarmes, incidentes, manutenções de rede, novas instalações ou outros eventos com grande probabilidade de estar associados a uma falha crítica.

Isso permite que, uma vez identificada a associação, daquele momento em diante a operadora atue no problema antes que ele se manifeste para o cliente final, melhorando a qualidade de serviço percebida.

Essa técnica, que leva em conta o tempo além dos itens na transação, também é conhecida como mineração de sequências.

E na sua empresa, que tipo de associação pode fazer a diferença?

Talvez identificar desvios em indicadores de desempenho que ocorrem próximos no tempo e que podem ter algum tipo de relação? Talvez sugerir que o cliente compre um produto, com base no histórico de compras anteriores dele e de todos os outros clientes?

Pense em algum tipo de associação de eventos na sua empresa – há boas chances do algoritmo de mineração de regras de associação poder ser aplicado, seja no formato original dos dados ou após pequenas transformações.

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2 casos reais de Big Data e muito ainda a ser explorado

2 casos reais de Big Data e muito ainda a ser explorado

A todo o momento as empresas recebem um fluxo de dados que se torna maior com o passar do tempo. O uso dessas informações em estratégias de Marketing ou melhorias operacionais já é uma realidade em algumas companhias, muito embora ainda haja um caminho considerável a percorrer para que o Big Data seja explorado ao máximo.

As dúvidas em sua aplicação e extração de relatórios com o que o cliente espera e busca resolver são algumas barreiras. Nomes associados à tecnologia da informação são uma das poucas que exploram essa plataforma em sua totalidade.

Cada vez mais as marcas estão pensando em como utilizar essa ferramenta para extrair valor para si, ainda que apenas uma parcela compreenda de fato como funciona, quanto custa e o que traz de benefício para a companhia. Segundo o relatório "Big & Fast Data: The rise of Insight-Driven Business", da consultoria Capgemini, dois terços (65%) das empresas reconhecem que correm o risco de deixarem de ser competitivas se não incorporarem novas soluções de análise de dados.

Um dos princípios fundamentais é entender que essa área é dominada por especialistas de TI que lidam exatamente com técnicas focadas em análise de informações, como Extração, Transformação e Carga (ETL) e combinações de algoritmos.

Uma participação mais ativa dos CEOs e outras lideranças é crucial para o sucesso da ação. "Percebemos que há clientes que nos contratam sem saber ao certo o que querem, apenas fazem porque o concorrente está investindo nessa estratégia. Vejo outros que colocam a própria equipe de Marketing para gerir essa parte, sem conhecimento em tráfego e combinação de dados. Se as empresas brasileira querem estar à frente, elas precisam levar à sério e buscar quem sabe fazer. Big Data é algo que ajuda muito e entrega resultados eficientes", conta Fernando Campilho, Gerente de Big Data da Ícaro Technologies, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Diferentes funções

Com uma base de clientes mais focada em telefonia e data center, a Ícaro Technologies percebeu nessas empresas um maior entendimento sobre que diferentes funções o Big Data poderia ser aplicado. Enquanto em uma (operadora de telefone) o objetivo era obter dados sobre falhas para poder consertá-las e oferecer melhor experiência ao usuário, na outra (serviço de hospedagem) o foco era a redução de custos, já que possuíam uma equipe mais enxuta.

Esse perfil de clientes mostra o quanto companhias que já atuam com tecnologia estão mais atentas a utilização de tráfego do que outras, que possuem o interesse para gerar mais vendas.

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Essa visão estreita de utilização das métricas pode ser um dos fatores que impede o crescimento e a execução de tendências que foram apontadas pela Oracle, no início de 2015, como conversas sobre capital de dados nas salas de reuniões de diretoria - que contribuem tanto para o financeiro quanto para a inovação e criação de novos produtos, serviços e processos -, ferramentas de visualização, descoberta de autoatendimento, segurança e governança, a fim de aumentar a inovação no setor.

A tecnologia atua além das pesquisas convencionais e passa a assumir um papel de análise de negócios, detecção de fraudes, entre outros. Sua implantação inicial e desenvolvimento requerem alguns custos, mas o resultado final vale todo o investimento.

É difícil abordar a questão de preço, porque depende do porte da empresa, do fluxo que ela possui de dados e dos objetivos que ela quer. Uma coisa é certa: o resultado sempre mostrará que investir em Big Data dá certo, porque o retorno que se tem é muito maior do que o esperado, conta Campilho.

PMEs no curto prazo

Com a tendência ao aparecimento de novos recursos na área, o Big Data é uma realidade que deve atingir em breve pequenas e médias empresas, impulsionando novos negócios.

Quando as pessoas começarem a entender que é possível adaptar a estratégia para o que elas precisam, mais marcas adotarão o uso de informação de dados e teremos um novo momento no Brasil. Esperávamos um movimento mais ativo em 2015, mas a questão financeira ainda assusta algumas companhias, afirma o Gerente de Big Data da Ícaro Technologies.

Se para algumas pode ser dispendioso criar uma equipe de TI para cuidar da parte de tráfego e análise de dados, outras encaram como um processo natural do que as companhias já estão vivendo. Apenas o trabalho de governança, que planeja e elabora as métricas a serem avaliadas, pode levar um ano a ser feito.

Além disso, ainda há a constância de se enviar relatórios para reportar falhas, mudanças no comportamento do consumidor, oportunidades de negócios, entre outras inúmeras respostas que o cliente precisa.

Considerado uma das maiores mudanças nas empresas para esse ano, o Big Data ainda mostra que tem muito a ser explorado, principalmente porque surgem novas possibilidades de uso, muito além daquelas imediatas que prometem aumentar as vendas diretas das marcas.

Nosso objetivo é conseguir tirar dos dados uma série de padrões de comportamento de usuários que não são óbvios para o ser humano convencional. A ideia do nosso trabalho é descobrir padrões - de uso e de falhas. É preciso encontrá-lo a partir de uma combinação de áreas. Temos que ajudar o cliente a tomar uma decisão assertiva, algo que no atual momento brasileiro é mais do que fundamental, conclui Fernando Campilho.

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Mundo do Marketing

Icaro Tech é nomeada fornecedora relevante pelo Gartner

Icaro Tech é nomeada fornecedora relevante pelo Gartner

Empresa foi citada no Market Guide for IOBVDs por oferecer soluções que ajudam as áreas de TI a demonstrarem seu valor para o negócio

A Icaro Tech - empresa especializada em soluções de gerência e analytics para operações inteligentes, acaba de ser nomeada como uma das fornecedoras representativas no Market Guide for I&O Business Value Dashboards* produzido pelo Gartner – uma das mais importantes empresas de pesquisa e aconselhamento tecnológico do mundo.

O guia analisa o mercado de ferramentas que auxiliam os líderes de tecnologia da informação a demonstrarem como contribuem para o desempenho de indicadores de negócio, reforçando sua imagem de geradora de valor para as empresas no lugar de apenas custo.

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A Icaro Tech atua no mercado de Infrastructure & Operations Business Value Dashboards (IOBVDs) com sua solução de analytics e painel de controle para gestão de infraestrutura e operações. A solução foi desenvolvida sob o conceito de Operações Inteligentes, que visa eficiência operacional e excelência dos serviços prestados tendo como base seis pilares: gestão, controle, automação, visibilidade, otimização e analytics.

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ASSESSMENT para Transformação Digital. Icarocast #017

De acordo com Kleber Stroeh, sócio e Chief Technology Officer da Icaro Tech, estar no Market Guide do Gartner é a confirmação de que a empresa se mantém alinhada às tendências tecnológicas e muito bem posicionada dentro do mercado de ferramental para as áreas de operações e infraestrutura.

O Gartner é uma referência mundial em informação de mercado no setor de tecnologia. Ser citado como um fornecedor relevante mostra que a Ícaro conta com uma oferta consistente para este ainda novo mercado de IOBVDs, afirma.

Market Guide for I&O Business Value Dashboards, Gary Spivak e Robert Naegle. Gartner não endossa nenhum fornecedor, produto ou serviço representado em suas publicações de pesquisa, e não aconselha usuários de tecnologia a selecionar somente esses fornecedores com as classificações mais altas. As publicações de pesquisa da Gartner consistem nas opiniões da organização de pesquisa da Gartner e não devem ser consideradas verdades incontestáveis. A Gartner isenta-se de todas as garantias, expressas ou implícitas, com relação a essa pesquisa, incluindo as garantias de comerciabilidade ou adequação para um propósito específico.

5 passos para criar uma cultura voltada a operações inteligentes

5 passos para criar uma cultura voltada a operações inteligentes

Para criar uma cultura voltada para operações inteligentes, o primeiro passo é entender o que torna uma operação mais inteligente!
Operações Inteligentes são aquelas constantemente focadas em eficiência operacional e, ao mesmo tempo, excelência dos serviços prestados. Em geral, estão associadas a pilares como controle, automação, visibilidade, otimização e analytics, além de, é claro, gestão, o que permite reduzir o conflito entre redução de custos e aumento de qualidade.

Mas, como garantir que a sua organização esteja focada em tornar a operação cada vez mais inteligente? Aqui vão cinco passos:

Inspire as pessoas

Antes de motivar ou cobrar sua equipe, é fundamental que todos compartilhem a mesma visão.

Quando o assunto é excelência nos serviços, acredito que seja um pouco mais fácil inspirar as pessoas, desde que os serviços prestados para clientes internos e externos, e seus impactos, estejam claros. E aqui cabe uma dica: não assuma que as pessoas tenham o mesmo senso de propósito que você! Compartilhe e comunique.

Por outro lado, não conheço muitas pessoas que acordam de manhã e pensam contentes: “Que legal! Hoje vou cortar uns custos!”.

Porém, equipes que entendem que a essência está no uso racional e otimizado dos recursos, acabam sendo mais eficientes e sentem-se orgulhosas disso.

Vale lembrar que inspiramos as pessoas muito mais pela atitude do que pelo discurso.

Faça perguntas certas

O jargão “O que não é medido não é gerenciado” é conhecido. Porém, às vezes nos esquecemos de que, antes de medir, temos de mapear quais perguntas queremos responder, para, então, avaliar de quais dados precisaremos.

Seguem algumas dicas para que você saiba como fazer as perguntas certas:

  • Defina o que vai medir: com base nas análises relevantes, parta sempre dos principais ofensores, sejam eles de custos ou qualidade.
  • Trabalhe de forma incremental: identifique os principais ofensores e então faça o breakdown, mapeando causas e localizando as fontes. Busque os próximos ofensores em prioridade ou com base nos insights anteriores, e assim sucessivamente.
  • Busque sempre embasar suas análises com dados reais. Afinal, como diria Edward Deming: “In God we trust. Everybody else should bring data.” (“Em Deus nós confiamos. Todos os outros deveriam trazer dados.” - em tradução livre).
  • Anote cada vez que tomar uma decisão importante baseada em “feeling”. Isto ajuda avaliar a maturidade e completude da medição.

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Engaje sua equipe

  • Envolva a equipe desde o primeiro instante.
  • Abra as discussões com pontos iniciais que considere importante e facilite a compreensão da estratégia para que todos a entendam.
  • Compartilhe informações e não seja você, também, o “dono do plano de ação e considerações finais” ou certamente você estará perdendo contribuições preciosas e fragilizando o comprometimento.
  • Permita que os gestores conheçam os dados e ofensores melhor do que você.
  • Sempre que instaurar um controle ou medição, garanta que atenda não só aos gestores, mas que ajude, principalmente, quem executa cada atividade. Isso potencializa o autogerenciamento da equipe e contribui para o nosso primeiro ponto: inspirar pessoas.

Dica →  foque a discussão no “o que” e delegue “o como” - isso aumenta a autonomia da equipe e poupa muito do seu tempo!

Controle o que é importante

Resista à tentação de controlar tudo! Sempre que implementamos processos e ferramentas, ficamos deslumbrados com as possibilidades de controle e acabamos achando que isso vale para tudo. Mas, no dia-a-dia, focamos nos itens mais importantes, negligenciando vários outros. Isto pode causar descrédito, além de gerar custos excessivos e sufocar a equipe.

Por isso, uma operação inteligente aprende a diferenciar os itens de baixo impacto dos de alto, convivendo com os primeiros, mas sendo inflexível com os críticos.

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Elabore uma estratégia baseada em ganhos incrementais

Muita gente associa inovação a algo disruptivo, mas se esquece de que trazer ganhos diários e rápidos à operação também é um processo de inovação, e em geral traz resultados mais consistentes e impactantes.

Começar qualquer iniciativa pensando nos “Quick Wins” é uma atitude que auxilia na motivação das equipes envolvidas. Mas lembre-se: os verdadeiros ganhos estão em melhorias incrementais! E para capturá-los é necessário implementar uma estratégia que permita identificar, avaliar, priorizar, implementar e medir. Sistematicamente.

Neste momento, você pode estar assustado, pensando que tudo isto representa um esforço muito grande. Meus parabéns, provavelmente você acaba de dar o primeiro passo para tornar sua operação mais inteligente.

E o próximo passo é aceitar que você não conseguirá fazer isto sozinho, mas que uma equipe inspirada, informada e com autonomia pode. E também que uma de suas principais funções seja exatamente criar esta equipe e, consequentemente, esta cultura.

Laerte Sabino
COO da Icaro Tech

IBM Choice Award

IBM Choice Award

A Icaro Tech – especializada em soluções de gerência e analytics que potencializam a inteligência das áreas de operações - anuncia que foi nomeada a vencedora do prêmio IBM Choice Awards 2015, na categoria Outstanding Business Partner, Latin America.

O prêmio foi entregue durante a Conferência de Liderança Partner World, em Las Vegas- Nevada, EUA. O objetivo da premiação é reconhecer um número seleto de parceiros de negócios que tenham demonstrado excelência no fornecimento de soluções baseadas nas plataformas da IBM, resultando em uma experiência diferenciada para o cliente e crescimento do negócio.

Os parceiros de negócios IBM que ganharam o prêmio “Choice Awards” mostraram em todas as interações com o cliente os valores da empresa e buscaram atingir os objetivos em comum dos negócios, resultando na satisfação superior e no impacto significativo sobre o produto final. Os ganhadores do Choice Awards são selecionados pela IBM através da liderança de cada geografia e oferecidos de acordo com as categorias, reconhecendo suas relações de trabalho com os clientes e habilidades demonstradas na venda de soluções IBM.

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Gostaríamos de estender os nossos parabéns à Icaro Tech por ser premiada com o 2015 IBM Choice Award – Outstanding Business Partner, Latin America-, disse Marc Dûpaquier , gerente geral da IBM Global Business Partners. Com o nosso foco comum sobre a satisfação do cliente, IBM e Icaro, continuarão a ajudá-los a alcançarem o maior valor pelo fornecimento de soluções tecnológicas avançadas.

Os ganhadores do prêmio IBM Choice Awards tem por missão honrar os parceiros de negócios de cada geografia que tem defendido uma firme dedicação à satisfação do cliente no fornecimento de soluções baseadas na plataforma IBM”, disse Marc Dûpaquier , gerente geral da IBM Global Business Partners. “Estamos entusiasmados por honrar a Icaro Tech como um conselheiro de confiança para os nossos clientes mútuos e impulsionar ainda mais o crescimento do negócio.

É uma honra receber esse reconhecimento que é, certamente, o resultado do nosso compromisso com a satisfação do cliente e excelência que Icaro Tech e IBM oferecem aos nossos clientes", disse Laerte Sabino, COO da Icaro Tech. "Esse prêmio mostra que estamos no caminho certo para sermos a melhor empresa de tecnologia em soluções para operações inteligentes, proporcionando um maior nível de eficiência analítica e operacional para os nossos clientes.

Para saber mais sobre o IBM Partner World, programa que oferece cursos de marketing e vendas, treinamento, certificações e suporte técnico para ajudar a criar novas receitas e oportunidades de mercado para Parceiros de Negócios IBM, visite: www.ibm.com/partnerworld.

Para mais informações sobre os vencedores do IBM Choice Awards, acesse o site do IBM PartnerWorld →  www.ibm.com/partnerworld/beacons.

Europ Assistance aprimora sistema de gestão do atendimento com a IcaroTech

Europ Assistance aprimora sistema de gestão do atendimento com a IcaroTech

A Europ Assistance contou com a tecnologia e os serviços da IcaroTech para aprimorar seu sistema de gerenciamento de chamados e assim reduzir o tempo de atendimento aos usuários de seus serviços de call center.

A companhia tem como clientes algumas das principais seguradoras do País e é responsável por executar serviços de assistência atrelados a seguros de automóveis, viagens, transporte, residência e saúde. Com o objetivo de aprimorar a qualidade e a agilidade dos atendimentos em seu call center, a empresa escolheu a IcaroTech como parceira tecnológica para auxiliá-la na reestruturação e ampliação do EAssist, sistema arquitetado sob a ferramenta de autoatendimento BMC Service Request Management (SEM, na sigla em inglês), produto da plataforma BMC Remedy.

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Inicialmente criado para uma das linhas de negócios da Europ Assistance, o EAssist permite que o atendente realize requisições, acompanhe serviços pré-definidos e aprovados e tenha recursos para auxiliar o segurado com informações gerais, além de esclarecer dúvidas e possíveis problemas com mais rapidez e precisão.

Para ampliar o escopo da solução, a IcaroTech reformulou o EAssist - nova estrutura de fluxo básico de atendimento em modo multi-empresa, para atender um número maior de linhas de negócio por cliente corporativo.

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Esse fluxo é composto pelas etapas de busca do segurado, registro do chamado, execução de uma árvore de decisão, geração de ordens de serviço e integração com um sistema de acionamento para envio das solicitações aos prestadores de serviços, concessionárias e oficinas credenciadas. Segundo a gerente de soluções de analytics da IcaroTech, Priscila Rosa, a nova arquitetura tornou a solução escalável, atendendo a crescente demanda da companhia por uma solução mais ágil e eficiente.

Empresas brasileiras embalam o sonho do Big Data

Empresas brasileiras embalam o sonho do Big Data

Elas querem ter dados analíticos para tomar decisão de negócios, mas esbarram na falta de estratégia. O tema BI/Analytics aparece como prioridade número 1 na agenda de 2014 de CIOs brasileiros, passando na frente até mesmo de assuntos como mobilidade e Cloud Computing, segundo estudos do Gartner. A posição de destaque sinaliza o interesse das companhias em investir em estratégias de Big Data para ter informações preciosas, que ajudem a incrementar negócios. Ao mesmo tempo, o relatório revela que esses projetos são um sonho e que o processo de adoção no mercado local anda lentamente.

A maturidade de Big Data ainda é baixa no País. As iniciativas esbarram na dificuldade dos executivos de medirem o real valor que os projetos trazem para os negócios, na falta de estratégia e talentos especializados. Esses três itens são os maiores desafios das empresas para as implementações, revela estudos apresentados durante a Conferência Business Intelligence e Gestão da Informação 2014, realizada em maio pelo Gartner, em São Paulo.

O tema Big Data é bastante nebuloso não apenas no Brasil, informa Ian Bertram, vice-presidente de pesquisas do Gartner. Ele constata que o assunto gera entusiasmo. Os olhos de muitos executivos brilham, principalmente de negócios, quando eles ouvem falar sobre a possibilidade de dar inteligência aos dados. Porém, os projetos são carregados de emoções. Eles geram conflito, excitação e medo, fazendo com que as adoções sejam mais lentas.

A estratégia para Big Data ainda está muito ausente nas empresas porque elas não sabem onde aplicar o Big Data, acredita Rom Linhares, que lidera esse assunto na HP Brasil. As organizações têm interesse pelo tema, mas falta definir o mapa de desejo para análise de dados, segundo o executivo. Sua recomendação é que as companhias gastem tempo, reunindo os times de TI e negócios para traçarem de oito a seis projetos para teste da prova de valor.

Ricardo Chisman, que lidera a Accenture Digital, na consultoria Accenture Brasil, observa que Big Data tem sido muito demandado pelas áreas de negócios, que precisam criar uma simbiose com a TI. Ele acredita que juntos os dois times conseguirão decidir como a organização pode se beneficiar do uso de dados analíticos.

Na visão do executivo, Big Data tem que fazer parte da agenda digital da empresa e integrar-se à estratégia de negócios, envolvendo atendimento ao cliente, fornecedores e outras áreas. Caso contrário, Big Data corre o risco de ser mais uma solução. Chisman prevê que esse tema será mais discutido no País em 2014, quando deverá ganhar mais maturidade, já que se trata de um caminho sem volta.

Pesquisas globais do Gartner, realizadas em 2012, revelam que 58% das organizações entrevistas disseram que investiram em algum tipo de solução para análise de dados. Em 2013, esse número subiu para 64%, ou seja, 2/3 das companhias abordadas compraram alguma ferramenta para tratar dados.

Entre as razões para adoção de Big Data, 55% apontaram o interesse em melhorar a experiência com o usuário; 49% mencionaram a busca por ganhos de eficiência em seus processos; e 42% destacaram a necessidade de desenvolver produtos inovadores e criar novos modelos de negócios.

Desafios a serem vencidos

Ao serem questionados sobre os desafios para implementação de Big Data, 56% dos entrevistados pelo Gartner revelaram não saber como determinar o valor dessa iniciativa para os negócios. Outros 41% admitiram falta de uma estratégia bem definida para esse tipo de projeto e outros 34% apontam a escassez de talentos especializados como uma das principais barreiras.

Na avaliação dos analistas do Gartner, a sopa de letras envolvendo Big Data (BI, Business Analytics, Data Discovery, Smart Machine, etc) gerou um pouco de confusão no mercado. João Tapadinhas, diretor de pesquisas da consultoria, considera que a indústria tem um pouco de culpa, mas acha que esse processo é natural por se tratar de um movimento novo.

Ele avalia que o Brasil está andando mais lento nessa estrada, mas afirma que as iniciativas estão começando a surgir. São os setores financeiro e de telecom, que vêm se destacando mais no terreno de dados analíticos pela natureza dos seus negócios, que geram grande volumes de informações.

O tema não é mais um hype, mas uma tendência avisa Donald Feinberg, analista distinto e vice-presidente do Gartner, que sempre afirmou que Big Data não existe. Sua previsão é de que esse termo desaparecerá em aproximadamente dois anos, dando lugar para soluções de Business Analytics.

Feinberg estima que em cinco anos haverá uma maior diversidade de soluções de gestão de informações para análises de dados para tratamento em tempo real. Os bancos de dados com processamento em memória devem sofrer queda de preços e aumentar a competitividade no mercado. Haverá outras opções para concorrer com Hana da SAP.

O analista do Gartner assinala que um dos fatores que deverão contribuir para uma adesão maior das tecnologias de análise de dados no País é a chegada de novos players, como fornecedores Hadoop, plataforma de código aberto, criada para analisar grandes volumes de dados estruturados e não estruturados. Até o final de 2014, essas empresas devem começar a desembarcar no Brasil.

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Busca por especialistas

O analista do Gartner menciona também o aumento do esforço das companhias para formação de cientistas de dados ou profissionais com habilidade para lidar com grandes volumes de dados. Ele confirma que esse problema não é só do Brasil. Outros mercados estão buscando alternativas para formar mão de obra especializada.

A saída que Bertram sugere para eliminar essa barreira é que as empresas tentem capacitar profissionais de sua equipe que tenham visão de negócios. Esses especialistas podem ser lapidados para lidar com Big Data. Ele cita exemplo de companhias que buscaram esse tipo de mão de obra no mercado, mas que não acertaram porque trouxeram executivos com boa formação acadêmica, mas que não tinham conhecimento da operação.

Começam a surgir algumas iniciativas no Brasil para preencher essa lacuna. A IcaroTech, por exemplo, investiu em um Centro de Excelência (ACE) em Analytics, localizado em Campinas, interior de São Paulo, para estudar e desenvolver novas soluções que auxiliem as empresas na análise de Big Data.

Kleber Stroeh, diretor executivo da IcaroTech, explica que a proposta do ACE é ajudar clientes a aumentar a maturidade sobre Big Data e apoiá-los em projetos, principalmente operadoras de telecom e setor de energia. O local vai operar com uma equipe multidisciplinar para permitir que as companhias possam desenvolver seus projetos e também estimular a formação de mão de obra especializada. A IcaroTech negocia parceria com a Universidade de Campinas (Unicamp) para estimular pesquisa e capacitação de jovens em Big Data.

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Equinix e Automação: Os desafios e aprendizados de uma jornada_IcaroCast #008

As companhias têm a opção também de alocar um time on demand de cientistas de dados e pagar por hora, como no modelo de consultoria. A HP é uma das empresas que estão prestando esse serviço. No mundo, a companhia conta com 1,2 mil especialistas em Big Data, sendo que 40 atuam no Brasil.

Rom Linhares, practise principal da HP, informa que o modelo de alocação de talentos em Big Data tem sido requisitado por organizações que querem fazer provas de conceito, sem correr o risco de contratação de um cientista de dados. Depois, um grupo pode treinar o time interno para dar continuidade ao projeto.

Segurança na era do Big Data

Uma das áreas em que Big Data deverá se destacar é nos projetos de segurança. Estudos do Gartner estimam que em 2016 cerca de 25% das grandes organizações ao redor do mundo terão adotado soluções analíticas para detecção de fraude. Atualmente, esse índice é de 8%. O retorno do investimento, segundo a consultoria, deverá vir em até seis meses após a implantação.

João Tapadinhas, diretor de pesquisas do Gartner, avalia que as empresas podem obter economias significativas em tempo e dinheiro ao usarem sistemas de análise de dados para evitar crimes e infrações de segurança ao prevenirem perdas e aumentarem sua produtividade.

Os analíticos de Big Data oferecem às empresas um acesso mais rápido a suas próprias informações. Permitem às empresas combinarem e correlacionarem informações externas e internas para visualizarem um cenário mais amplo de ameaças contra as organizações. Isto se aplica em muitos casos de uso de segurança e fraude, tais como, detecção de ameaças avançadas, ameaças internas e controle de contas, afirma Tapadinhas.

As informações necessárias para descobrir os eventos de segurança perdem valor ao longo do tempo. A análise de dados inteligente, feita a tempo, é essencial, na medida em que os criminosos e malfeitores são mais rápidos ao cometerem os crimes. No passado, as empresas confiavam em diversos sistemas de monitoramento e detecção em silos. Agora, elas podem utilizar os analíticos de Big Data.

Matéria por
Edileuza Soares, Computerworld 16 de julho de 2014

Um grande celeiro de tecnologia

Um grande celeiro de tecnologia

Quatro cidades da região de Campinas estão entre os 15 municípios paulistas com maior concentração de empresas e contratação de mão de obra nas áreas de software, serviços de tecnologia da informação e telecomunicações.

Estudo divulgado ontem pela Fundação Seade aponta que a região de Campinas é a segunda no Estado de São Paulo em quantidade de empresas e na geração de empregos – a primeira é a Região Metropolitana de São Paulo (RMSP).

O instituto avaliou dados entre os anos de 2008 a 2012. O estudo apontou que São Paulo é o maior produtor de tecnologia do País. Em 2012,os 15 municípios destacados na avaliação respondiam por 87% das pessoas ocupadas no setor e 70% das empresas instaladas no Estado.O setor empregava 249 mil pessoas e tinha 9.500 empresas em 2012. Boa parte dos empreendimentos é de pequeno e médio porte. A Capital e sua região metropolitana é o principal polo – e um dos fatores que a colocam nessa posição é a oferta de todos os serviços necessários para o funcionamento de uma empresa.

De acordo com o estudo, os dois segmentos que apresentaram maior crescimento no número de postos de trabalho entre 2008 e 2012 foram o de desenvolvimento de programas de computador sob encomenda, que passou de 46,6% para 62,1%; e a consultoria em tecnologia da informação, que aumentou de 44,8% para 54,6%. No Estado, o subgrupo de software se sobressai sendo responsável por 40% dos empregos gerados.

A responsável pelo estudo da Fundação Sebrae, Alda Regina Ferreira Araújo, afirmou que São Paulo respondia em 2012 por 53% do setor de tecnologia no País.

Utilizamos como um dos parâmetros da análise a geração de empregos no setor. Dessa forma, definimos que o potencial em cada cidade paulista teria como um dos pilares o percentual de empregos gerados no setor em relação ao total da cidade. O mínimo era 0,5%. Campinas, há muitas décadas, é uma referência na área de informática, tecnologia da informação e telecomunicações, comentou.

Ela salientou que a antiga Telebras (hoje CPqD) e as universidades impulsionaram a criação do polo de alta tecnologia na região.

No estudo, verificamos que Campinas já possuía uma posição de destaque nesse setor e a região ampliou o espaço dentro do total do Estado entre 2008 e 2012. São Paulo vem se especializando na customização dos softwares e soluções. Campinas é uma região que possui um leque grande de produtos, serviços e soluções, ressaltou.

A especialista citou que no estudo também foi avaliado a formação de profissionais. Houve um aumento de vagas e também de cursos especializados, afirmou.

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Mercado

O coordenador-executivo do Núcleo Softex, Edvar Pera Júnior, comentou que houve um crescimento do número de empresas no polo tecnológico de Campinas e do faturamento entre 2008 e 2012.

No período, o quadro econômico foi bastante favorável à ampliação do setor”, disse. Ele salientou que o fato de a região ter centros de tecnologia e universidades a transforma em um polo de formação de mão de obra.“Ainda assim, é necessário ampliar a formação de bons profissionais para o mercado, disse.

A gerente de Marketing da Wareline, Paula Almeida Usier, afirmou que o aumento do número de empresas na região elevou a concorrência pelos bons talentos.

Cada dia é mais difícilcontratar na região de Campinas. A plataforma salarial têm patamares elevados”, comentou.A Wareline é especializada no desenvolvimento de produtos e serviços para a área hospitalar. “Temos 80 funcionários e dobramos de tamanho nos últimos cinco anos, apontou.

O diretor-executivo da Icaro Tech, Kleber Stroeh, afirmou que Campinas é hoje um polo tecnológico maduro para os padrões brasileiros.

O polo foi formado desde a década de 1970 e conta com um ecossistema razoavelmente completo. Temos grandes empresas, universidades, mão de obra qualificada e estamos próximos a grandes centros consumidores de tecnologia como São Paulo e Rio de Janeiro”, salientou. Para ele, o fortalecimento dos mecanismos para captação de recursos que serão empregados em novas empresas é importante para ampliar o potencial da região.

Assista ao nosso IcaroCast:
Equinix e Automação: Os desafios e aprendizados de uma jornada_IcaroCast#008

O diretor-executivo da Matera Systems, Carlos André Branco Guimarães, ressaltou que a formatação do ecossistema com vários elos da cadeia de produção e desenvolvimento do setor de tecnologia é um diferencial da região.

Há empresas, universidades, centros de pesquisa, incubadoras e colégios técnicos.Também existe uma interação entre poder público e o setor empresarial. O ecossistema é relevante para a ampliação do setor”, afirmou. Porém, Guimarães também mostrou preocupação com os custos e com a necessidade de formação de mão de obra.

Fonte da Matéria
Adriana Leite – Correio Popular, de Campinas – 3/7/2013

Icaro Tech traz soluções que aumentam a eficiência operacional das concessionárias: Empresa chega ao mercado elétrico e espera fechar os primeiros contratos ainda em 2014

Icaro Tech traz soluções que aumentam a eficiência operacional das concessionárias: Empresa chega ao mercado elétrico e espera fechar os primeiros contratos ainda em 2014

Trazer soluções que aumentem a eficiência operacional das concessionárias do setor elétrico. É com esse propósito que a Icaro Tech entra no segmento de energia, trazendo sua experiência do setor de telecomunicações.

Laerte Sabino, sócio e diretor de Negócios da companhia, explica que o setor tem uma operação que é crítica, até mais do que o de telecomunicações, e também uma operação grande, distribuída, que usa ativos caros e onde o ganho de eficiência operacional tem um grande apelo. A empresa espera fechar seus primeiros contratos no segmento ainda este ano.

O nosso objetivo é apoiar as concessionárias para que elas possam mais rapidamente perceber onde elas tem uma falta e como podem resolver utilizando os diferentes caminhos de solução, desde uma atuação remota até uma atuação de equipe de campo, passando pela escolha da equipe, proximidade da equipe, tudo para que no final das contas, ela consiga reparar a falta em um menor tempo e com menor custo, explicou Sabino em entrevista à Agência CanalEnergia.

Segundo ele, é possível ter esses parâmetros ao dar visibilidade para as informações que a empresa tem disponível, permitindo uma tomada de decisão mais rápida.

Sabino conta que além de software a empresa também oferece uma consultoria. Na parte de software existem dois produtos principais: o Dash Analytics, que faz a análise das informações, e o Advanced Dashboards, ferramenta que permite aos gestores o acompanhamento, por meio de gráficos, dos principais indicadores de desempenho de uma rede ou infraestrutura.

Já o serviço de consultoria ajuda a operadora a saber qual o ponto a se trabalhar. Não adianta, por exemplo, querer trabalhar numa redução de falta, se a principal causa dessas faltas são descargas elétricas e isso a gente não controla. O que temos que fazer é estar preparados para caso haja uma falta por descarga elétrica, saber reparar de forma rápida, comentou o executivo.

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A Icaro Tech, de acordo com Sabino, começou a olhar para o setor de energia elétrica no ano passado.

Foi basicamente um ano de aprendizado, em que a gente procurou olhar para o mercado, entender e perceber quais eram as especificidades do setor elétrico. Neste ano, a gente trabalhou mais fortemente no ajuste das nossas ofertas, das nossas soluções e esperamos fechar os primeiros contratos até o fim do ano, apontou.

Ele diz que com a entrada do smart grid, a quantidade de informações em uma concessionária crescerá expressivamente.

A capacidade de usar as informações, analisar e torná-las fácil de serem consumidas, é critica, ou seja, a empresa tem mais dados e a capacidade que um operador tem hoje de tomar decisões manuais se tornará um gargalo. O apoio das soluções vai ser fundamental", completa.

Carolina Medeiros, da Agência CanalEnergia, PeD e Tecnologia - 03/10/2014
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Icaro Tech cria Centro de Excelência em Analytics

Icaro Tech cria Centro de Excelência em Analytics

A Icaro Tech – desenvolvedora e integradora de soluções de análise e gerência de serviços, redes, sistemas, infraestrutura e segurança – acaba de inaugurar um núcleo para estudos avançados e inovação em Analytics. Localizado em Campinas, no interior de São Paulo, o Analytics Center of Excelence (Centro de Excelência em Analytics) terá o objetivo de estudar e desenvolver novas soluções que auxiliem as empresas na análise de Big Data.

Contando com uma equipe dedicada e multidisciplinar, composta de profissionais especializados em estatística, mineração de dados, inteligência artificial, programação e implementação de sistemas, o ACE da Icaro Tech testará novas tendências, tecnologias e metodologias, além de modelos matemáticos que contribuam para um processamento mais rápido e eficaz de grandes volumes de dados.

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Assessment para Transformação Digital

De acordo com Priscila Rosa, gerente de soluções de Analytics da Icaro Tech, o time do ACE já vem trabalhando em várias disciplinas focadas nas demandas das operadoras de telecomunicações, mas a tendência é que os estudos do núcleo se ampliem para outros setores, como o de energia, e áreas como a de análise de dados de marketing.

Acreditamos que o ACE irá ajudar a Icaro Tech a prover aos clientes um patamar superior de conhecimento em Analytics, além de aprimorar nossa própria oferta de produtos, afirma.

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Para Kleber Stroeh, diretor executivo da Icaro Tech, a criação do ACE é mais um investimento que a empresa vem fazendo em inovação e reforça sua atuação na área de Analytics. Em 2013, a empresa passou a oferecer no mercado o Dash Analytics, sua solução própria para processamento e análise de Big Data.

A Icaro Tech vem acompanhando de perto os desafios que as empresas estão enfrentando para a análise de grandes volumes de dados. Com o ACE, passamos a ter um núcleo dedicado a apoiar os clientes nesses desafios e também gerar novas tecnologias que serão muito importantes para o crescimento da Icaro Tech no longo prazo, afirma.

Ainda em 2014, a Icaro Tech deve fechar parceria com uma universidade, visando a expansão do ACE.

A academia terá um papel essencial para a troca de conhecimento e também fornecimento de mão de obra altamente especializada para o centro, completa Stroeh.

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